Universo Vasco

Após consulta ao jurídico, Campello recebe ata da eleição do dia 7

A semana começou agitada como terminaram as últimas do Vasco. Nesta segunda-feira, às 9h, o vice-presidente do Conselho Deliberativo, Sergio Romay, foi à secretaria do clube para tentar proclamar o resultado das eleições do último dia 7 de novembro, realizadas com voto presencial e que apontou vitória de Luiz Roberto Leven Siano, da chapa “Somamos”.

Num primeiro momento, a secretaria do Vasco não recebeu o documento, que está datado do dia 15 – último domingo – e é assinado por Alcides Martins, vice-presidente da Assembleia Geral, citado como “presidente em exercício da AG”. Pouco volta das 11h, porém, o presidente Alexandre Campello, após consultar o departamento jurídico, autorizou que a ata fosse protocolada.

– O clube na realidade, por força do estatuto, recebeu o protocolo. O que vai acontecer ou não depende do Justiça. E o que a Justiça decidir vai ser feito. Tomamos ciência do que arguiu o jurídico, e nós agimos.

Roberto Monteiro, presidente do Conselho Deliberativo, Sergio Romay, vice do Deliberativo, e Silvio Godói, presidente do Conselho de Beneméritos, são os outros signatários da ata.

A justificativa dos assinantes da mesa eleitoral para não ter o nome de Faués Cherene Jassus, o Mussa, presidente da Assembleia Geral, é que ele deixou a mesa diretora no pleito do último dia 7. Mussa saiu de São Januário assim que chegou a decisão judicial que determinou a suspensão do pleito.

A eleição do dia 7 de novembro foi suspensa por decisão do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça, por volta das 20h, com duas horas ainda de eleição pela frente. Na ocasião, as chapas decidiram que não contariam os votos e lacrariam as urnas. De pois, três chapas se retiraram da disputa – Salgado, o próprio Campello e Julio Brant, da “Sempre Vasco”.

Sem conseguir local para a entrega das urnas, a mesa diretora – formada por Alcides, vice da Assembleia Geral, Monteiro, Godói e Romay – decidiu fazer a contagem dos votos, sem proclamar o resultado.

A decisão da Justiça que invalidou a sentença do ministro Humberto Martins tornou a eleição do último dia 7 válida, aquela em que Leven teve mais votos. O caso vai seguir em discussão nos tribunais, com duas eleições realizadas em duas semanas.

Fonte: ge

Deixe um comentário

%d blogueiros gostam disto: