Universo Vasco

Venda de Marrony não chega a metade da meta estipulada em transferências de jogadores

Um alívio financeiro momentâneo. Assim podemos considerar a venda de Marrony.

O atacante tem sua venda praticamente confirmada para o Atlético-MG, o valor gira em cerca de 20 milhões de reais, e terá 20% repassado ao Volta Redonda, por ser o formador do jogador.

A quantia entretanto será usada pelo Vasco para o pagamento de salários atrasados, cujo clube deve desde 2019 aos atletas, e só quitou o mês de janeiro até agora em 2020. Devido à isso, a crise financeira deve dar uma trégua, ao menos de um mês sem atrasados, para logo após retornar, já que o clube não possui receitas.

Entretanto, a venda do jogador não representa sequer 50% da meta orçamentária que a diretoria estipulou para vendas em 2020. Vale ressaltar que o planejamento foi feito antes do coronavírus, então, podemos considerar como uma variante alta.

A pretensão do clube era conseguir cerca de R$ 46 milhões, contudo, com a atual venda será impossível chegar ao valor.

Todavia, o Vasco ainda tem outros ativos que podem ajudar o clube a alcançar a meta, como Andrey, cobiçado por europeus, e o atacante Talles Magno. Este último recebendo propostas e sondagens recentemente.

O Vasco se vê obrigado a liberar atletas para conter parte da dívida que possui. O caso do próprio Talles Magno é exemplo disso, sua multa gira em 50 milhões de euros, mas o clube sabe que não conseguirá vendê-lo por esse preço, ainda mais levando a pandemia em consideração, e já admite negociá-lo por cerca de 20 à 25 milhões, o que daria quase R$100 milhões aos cofres cruzmaltinos.

O clube também monitora transferências internacionais de seus jogadores formados na base, como são os casos de Allan, interesse do Everton-ING, Evander, procurado pelo Porto-POR e Valencia-ESP, e principalmente de Phillippe Coutinho, hoje pertencente ao Barcelona, mas observado por gigantes ingleses.

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