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Vasco investe em projetos para minimizar impacto da pandemia mentalmente nos seus funcionários

Atletas e funcionários dos clubes de futebol estão sofrendo diretamente os impactos causados pela pandemia, clubes como o próprio Vasco, mas como o rival Flamengo já liberaram alguns de seus profissionais devido à crise.

Mas aspectos fora das quatro linhas também tem afetado os dependentes diretos dos clubes, os aspectos mentais, principalmente. Pensando nisso, o Vasco tem trabalhado em projetos com o intuito de se reduzir os danos causados aos seus colaboradores.

Pensando nisso, a vice-presidente do clube, Sonia Andrade, é uma das lideranças participantes do projeto no cruzmaltino que trata de tais questões, como a assistência social, a pedagogia e a psicologia.

Relatórios indicaram que o clube possui colaboradores e familiares diretamente ligados aos mesmos, que possuem diferentes tipos de complicações. Sejam angústias ou ansiedades, causadas por incertezas, como em relação ao isolamento social, o que pode ocasionar em depressão e crises. O trabalho feito no clube vai de atendimentos psicológicos internos até orientações sobre a obtenção de auxílio do governo.

Sonia Andrade ainda garante que os serviços continuarão, mesmo após o fim da pandemia, ou depois das eleições serem realizadas, ou seja, mesmo que outro presidente assuma o clube.

– À medida que os problemas iam se apresentando, o setor psicossocial ia acolhendo e resolvendo. O setor começou a ser visto como de acolhimento e de ajuda para todos que sofreram, nesse período, qualquer tipo de violação de direitos. Com isso, espero que independente do resultado das eleições do fim do ano do Vasco, que este setor perdure para sempre dentro do clube – afirmou.

A diretora ainda ressaltou que é necessário se valorizar os profissionais da área, tão importantes para esses momentos de calamidade, mas também em muitos outros, que não são tão reconhecidos como deveriam, em sua visão.

– O futebol é um dos maiores espetáculos da Terra, mas precisamos olhar para essas pessoas que ajudam a construir toda a estrutura do futebol e valorizar essas profissionais que são essenciais para esse mundo: assistentes sociais, psicólogas e pedagogas – concluiu.

A pandemia tem causado não só problemas financeiros, físicos ou materiais, mas mentais, que muitas vezes são os mais perigosos. Evitar uma enchente, ou uma queda de um prédio é mais fácil, se comparada a tentativa de suicídio de algum indivíduo vivendo uma crise.

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